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Publicado em Janeiro - Fevereiro Ed. 325 - Ano 60

Os sacramentos do batismo, crisma e eucaristia na perspectiva da catequese a serviço da iniciação à vida cristã

Por Lucia Imaculada

Introdução

A Igreja no Brasil, especialmente a partir da 2ª Semana de Catequese, ocorrida em 2001, assumiu o compromisso de motivar dioceses e paróquias a direcionar suas atividades catequéticas com base na inspiração catecumenal, tendo em vista uma mais significativa e efetiva iniciação à vida cristã.

Tal proposta torna-se, de certa forma, uma necessária mudança de foco da pastoral, para atender melhor aos desafios da mudança de época que estamos atravessando. O próprio Concílio Vaticano II já acenava para a necessidade de formar cristãos mais amadurecidos na fé e capazes de “dar as razões da própria esperança” (1Pd 3,15) por meio de uma atitude dialogal e respeitosa nesta sociedade pluralista em que vivemos, que exige de cada um de nós uma identidade eclesial como testemunha da fé cristã. Para facilitar esse processo, em alguns de seus documentos, o Concílio solicitou a restauração do catecumenato. Citamos a constituição sobre a liturgia, Sacrosanctum Concilium:

Restaure-se o catecumenato dos adultos, dividido em diversas etapas, introduzindo-se o uso de acordo com o parecer do Ordinário do local. Desta maneira, o tempo do catecumenato, estabelecido para a conveniente instrução, poderá ser santificado com os sagrados ritos a serem celebrados em tempos sucessivos (SC 64).

Essa renovação da pastoral catequética envolve uma ação integral que conduza à progressiva iniciação do candidato – seja ele criança, jovem ou adulto – no mistério pascal de Cristo. A experiência salvadora de Jesus na vida do candidato é perpassada por vários elementos que se integram, tais como o anúncio do querigma, a leitura orante da Bíblia, o chamado à conversão e ao testemunho de vida, o conhecimento da doutrina católica, as celebrações litúrgicas, a educação para a participação na vida eclesial, a iniciação à missão na vida social. Todos esses elementos são encontrados ao longo do processo, que se apresenta organizado em quatro tempos (pré-catecumenato, catecumenato, purificação e mistagogia), intercalados por três etapas (entrada no catecumenato, rito da eleição e recepção dos sacramentos). Tais etapas devem representar, na vida do candidato, sua predisposição para prosseguir em novo tempo com crescente adesão à vida de Cristo: “Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança” (1Cor 13,11).

A vida espiritual é dinâmica; deve ser desenvolvida até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus,

até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus artifícios enganadores. Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a cabeça, Cristo. É por ele que todo o corpo – coordenado e unido por conexões que estão ao seu dispor, trabalhando cada um conforme a atividade que lhe é própria – efetua esse crescimento, visando à sua plena edificação na caridade (Ef 4,13-16).

  1. O RICA como instrumento para compreensão da unidade entre os sacramentos da iniciação cristã

O Ritual da iniciação cristã de adultos (RICA), livro litúrgico editado no Brasil em 1973 e reeditado em 2001, por ocasião da 2ª Semana Brasileira de Catequese, torna-se o principal instrumento para compreender a metodologia do processo catecumenal. Mais do que as costumeiras práticas de “preparação” para os sacramentos, o RICA, ao citar, no primeiro número das “observações preliminares gerais sobre a Iniciação Cristã”, o texto do decreto do Concílio Vaticano II Ad Gentes (AG 14), apresenta a dinâmica de vida do candidato em união com todo o mistério da salvação: “Os seres humanos, libertos do poder das trevas, graças aos sacramentos da iniciação cristã, mortos com Cristo, com ele sepultados e ressuscitados, recebem o Espírito de filhos adotivos e celebram com todo o povo de Deus o memorial da morte e da ressurreição do Senhor”.

Com esse início, o RICA já aponta para o sentido de unidade entre os sacramentos da iniciação cristã que deve existir numa catequese com inspiração catecumenal, mostrando-nos a necessidade de superar a prática fragmentada que ainda perdura em nossas comunidades eclesiais, tanto em nível paroquial como diocesano.

Considere-se o fato de que, ainda num contexto de cristandade, vigorava uma prática cuja pressuposição era que, em famílias católicas, a iniciação ocorreria naturalmente. Nesse contexto, bastava a “preparação” mais imediata à recepção dos sacramentos.

Nessa visão, os sacramentos do batismo, da crisma e da eucaristia eram e ainda são considerados celebrações estanques e distantes entre si. Tal perspectiva, de certa forma, desvaloriza a dinâmica da vida espiritual.

Em muitas comunidades, as próprias pastorais são organizadas de forma segmentada: pastoral do batismo, pastoral da catequese (em geral, voltada somente para as crianças e para a “preparação” para a primeira eucaristia) e pastoral da crisma (em geral, voltada apenas para os jovens). Há até uma quarta pastoral, chamada catequese de adultos (para os não batizados ou para aqueles que receberão apenas a primeira eucaristia, pois, para a recepção do sacramento da confirmação, deverão participar, no ano seguinte, da pastoral da crisma).

Essa prática, ainda muito comum, não só revela os equívocos de compreensão, como reforça a ideia de que, em relação aos sacramentos da iniciação cristã, encontramos um conjunto de pastorais, mas não um trabalho de pastoral de conjunto. Isto é, “estes sacramentos deveriam estar abertos uns aos outros num crescimento dinâmico, em busca da perfeição mais profunda que consiste em viver a vida nova de Cristo” (ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO, 2010, p. 15).

Se nos aprofundarmos no estudo do texto introdutório do RICA, poderemos perceber que esse livro litúrgico nos convida a recuperar e esclarecer o sentido do processo catecumenal, a serviço da iniciação à vida cristã, superando a prática de uma catequese que visa somente à recepção dos sacramentos.

O batismo os incorpora a Cristo, tornando-os membros do povo de Deus; perdoa-lhes todos os pecados e os faz passar, livres do poder das trevas, à condição de filhos adotivos, transformando-os em uma nova criatura pela água e pelo Espírito Santo; por isso, são chamados filhos de Deus e realmente o são. Assinalados pela crisma pela doação do mesmo Espírito, são configurados ao Senhor e cheios do Espírito Santo, a fim de levarem o Corpo de Cristo quanto antes à plenitude. Finalmente, participando do sacrifício eucarístico, comem da carne e bebem do sangue do Filho do homem, e assim recebem a vida eterna e exprimem a unidade do povo de Deus; oferecendo-se com Cristo, tomam parte no sacrifício universal, no qual toda a cidade redimida é oferecida a Deus pelo Sumo Sacerdote; e ainda suplicam que, pela abundante efusão do Espírito Santo, possa todo o gênero humano atingir a unidade da família de Deus. De tal modo se completam os três sacramentos da iniciação cristã, que proporcionam aos fiéis atingirem a plenitude de sua estatura no exercício de sua missão de povo cristão no mundo e na Igreja (RICA, “A iniciação cristã”, n. 2).

  1. Os sacramentos da iniciação cristã: do compartimento para a integração

No início da Igreja, os três sacramentos da iniciação cristã eram conferidos juntos, no Sábado Santo, dentro da celebração da Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias. Após longo período de iniciação, o catecúmeno era totalmente inserido no mistério pascal de Cristo, recebendo os sacramentos nesta ordem: batismo, confirmação e eucaristia. A iniciação cristã de adultos mantém essa ordem tanto nos ritos latinos como nos orientais; isto é, começa quando o adulto ingressa no tempo do catecumenato e atinge seu ponto culminante em uma única celebração dos três sacramentos.

Em relação à iniciação de crianças ou até mesmo adolescentes, “nos ritos orientais, a iniciação cristã das crianças começa no batismo, seguido imediatamente pela confirmação e pela eucaristia, ao passo que, no rito romano, ela prossegue durante os anos de catequese, para terminar mais tarde com a confirmação e a eucaristia, ápice de sua iniciação cristã” (CIC, cân. 85, 2º).

Atualmente, por conta dessa “separação” entre os sacramentos da iniciação cristã, a administração do sacramento da crisma foi transferida para o tempo da adolescência. A alegação é de cunho pastoral, no sentido de buscar maior maturidade para o jovem candidato, a fim de que assuma a fé de modo mais sério e comprometido.

A proposta pode ser interessante do ponto de vista pastoral, porém nela o sacramento da crisma passa a ser considerado o ponto final da iniciação cristã, ficando em segundo plano o fato de que o cume de toda a vida sacramental é a eucaristia.

O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 1212, afirma:

Pelos sacramentos da iniciação cristã – batismo, confirmação e eucaristia – são lançados os fundamentos de toda a vida cristã. “A participação na natureza divina, que os homens recebem como dom mediante a graça de Cristo, apresenta certa analogia com a origem, o desenvolvimento e a sustentação da vida natural. Os fiéis, de fato, renascidos no batismo, são fortalecidos pelo sacramento da confirmação e, depois, nutridos com o alimento da vida na eucaristia. Assim, por efeito destes sacramentos da iniciação cristã, estão em condições de saborear cada vez mais os tesouros da vida divina e de progredir até alcançar a perfeição da caridade”.

Durante a 55ª Assembleia Geral da CNBB, ocorrida em 2017 – quando foi aprovado o Documento 107, Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários –, essa temática veio à tona e tornou-se explícita no número 240, quando se afirmou a necessidade de se realizarem estudos de aprofundamento para recuperar a sequência original dos sacramentos da iniciação cristã. Na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis, o hoje papa emérito Bento XVI afirma que a eucaristia se torna o sacramento para o “qual tende toda a iniciação” (SCa 18).

Se a prática pastoral apresenta-se muitas vezes dicotomizada, torna-se necessário aos responsáveis pela condução do projeto pastoral de iniciação à vida cristã em nível paroquial ou diocesano rever ou fortalecer alguns pontos práticos.

Pode-se realizar, com a equipe de catequistas, um aprofundamento litúrgico dos sacramentos de iniciação cristã, de modo que a integração com a equipe de liturgia fortaleça o “mergulho” existencial na beleza dos ritos: realizar a leitura orante da Palavra, utilizando os textos bíblicos sugeridos pelo RICA; meditar as orações, escrutínios e exorcismos; valorizar a linguagem corporal contida nos vários ritos, a fim de facilitar a inteireza da pessoa nas várias etapas do processo catecumenal (“a Verdade só se revela inteira ao homem inteiro”).

Se houver esse aprofundamento litúrgico, ficará muito mais evidente para todos, catequistas e catecúmenos/catequizandos, a unidade entre os sacramentos da iniciação cristã e como a liturgia, de maneira geral, conduz todos os sacramentos para a recepção e vivência da eucaristia.

A Iniciação à Vida Cristã depende da integração entre o processo formativo e a liturgia. A liturgia é fonte inesgotável de formação do discípulo missionário, e as celebrações, pela riqueza de suas palavras e ações, mensagens e sinais, podem ser consideradas como “catequese em ato”. Não somente os catequizandos e os que seguem outros processos formativos, mas toda a comunidade precisa ser constantemente formada para a vida litúrgica. A liturgia, com a riqueza do Ano Litúrgico, é ocasião privilegiada de formação continuada (CNBB, Doc. 107, n. 182).

Outro aspecto não menos interessante é organizar a iniciação à vida cristã segundo a faixa etária, isto é, iniciação cristã de crianças e adolescentes, iniciação cristã de jovens e adultos. A prática tão comum de abordar a iniciação com foco nos sacramentos favorece uma compreensão de terminalidade que, muitas vezes, prejudica a inserção dos candidatos na vida eclesial. Expressões do tipo “pastoral da catequese”, “pastoral da crisma”, e até mesmo “catecumenato eucarístico” e “catecumenato crismal”, vinculam o processo a uma conclusão, que seria a recepção dos sacramentos de forma estanque em relação aos outros. Precisamos reconhecer que nossa atividade pastoral considerou a “preparação para” em detrimento da “iniciação à”. Quando a comunidade prepara,  reforça a ideia de que a “obra” está concluída. Quando a comunidade inicia, conduz, pedagógica e mistagogicamente, ao encontro pessoal e comunitário com Cristo e com a Igreja.

Ainda que muitos jovens e adultos aparentemente recebam “por último” o sacramento da crisma, como que “concluindo” a iniciação cristã (após já terem sido batizados e recebido a primeira eucaristia), torna-se fácil mostrar que a própria liturgia da missa da qual participam conduz ao ápice que é a eucaristia. Pelo batismo, somos incorporados a Jesus e à sua Igreja; na crisma, somos configurados à missão de Jesus pastor e evangelizador; na eucaristia, somos alimentados por Jesus, a fim de aprendermos com ele a doar nossa vida até pelo martírio, se preciso for.

Outra maneira de colaborar para que a unidade dos sacramentos fique mais evidenciada é reunir os jovens e os adultos não batizados (catecúmenos) em uma única turma, a fim de vivenciarem de maneira plena todos os ritos contidos no itinerário de vida cristã, culminando com a recepção dos três sacramentos durante a Vigília Pascal, conforme sugere o Código de Direito Canônico: “ A não ser que uma razão grave o impeça, o adulto que é batizado seja confirmado logo depois do batismo e participe da celebração eucarística, recebendo também a comunhão” (CDC, cân. 866).

O Documento 107 da CNBB reafirma essa necessidade:

 Os candidatos adultos que vão receber os três sacramentos da iniciação cristã devem fazê-lo preferencialmente na Vigília Pascal. O RICA orienta, porém, que os adultos já batizados não celebrem os sacramentos da crisma e da eucaristia na Vigília Pascal. Poderão, então, recebê-los em outra ocasião mais adequada, de acordo com o cronograma proposto pela comunidade paroquial (CNBB, Doc. 107, n. 147).

Por isso, em relação aos demais catequizandos (já batizados), o RICA sugere vários itinerários, que podem ser adaptados às situações de vida pessoal, comunitária e religiosa de cada grupo. Esse acompanhamento e cuidado pastoral devem ser realizados pela comunidade como um todo, já que a iniciação cristã “é algo de seu e interessa a todos os batizados” (RICA 41). O período mais apropriado é sempre durante o tempo pascal, cuja liturgia faz evidenciar, de forma belíssima, o mistério pascal de Cristo, fonte de vida nova para todos os que dele se aproximam.

Em relação à iniciação à vida cristã de crianças e adolescentes, o sentido de progressividade se torna mais evidente ao longo de todo o itinerário da catequese de inspiração catecumenal. Há dioceses e paróquias que realizam o que se costuma denominar de pré-catecumenato infantil, quando crianças a partir de 4/5 e 6/7 anos participam de grupos da mesma faixa etária, a fim de receberem o primeiro anúncio da fé. O objetivo é a evangelização delas e de suas famílias. Em seguida, temos o catecumenato infantil, no qual crianças entre 7-10 anos recebem, num primeiro momento, o querigma e, depois de participarem do rito de entrada, são instruídas na palavra de Deus e nos fundamentos da fé católica. Após a participação no rito penitencial, esses pequenos candidatos são admitidos ao batismo (os não batizados) e, posteriormente, à mesa eucarística. O tempo da mistagogia pode ser vivenciado nos vários grupos juvenis existentes nas paróquias, tais como o grupo da catequese de perseverança, o grupo de coroinhas, o da Infância e Adolescência Missionária (IAM), o do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ), o dos marianinhos, entre outros. A participação nessas atividades eclesiais colabora muito no desenvolvimento do serviço a Cristo e aos irmãos, fruto da vida da graça em cada um de nós e de todos os que se aproximam dos sacramentos da iniciação cristã. Mesmo que recebam o sacramento da crisma na adolescência, na juventude ou na vida adulta, já realizam na própria vida os frutos dos sacramentos do batismo e o sentido da vida eucarística. Afinal, o mandamento do amor foi ordenado por Jesus na Última Ceia: “Dou-vos um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13,34).

Conclusão

Quando valorizamos o percurso pessoal de cada candidato, inserido na vida comunitária, realizamos em conjunto a “gestação”, a iniciação cristã desses novos discípulos missionários de Jesus. Observa-se que, muitas vezes, porém, algumas práticas pastorais se satisfazem apenas com a prática ritual, o que pode empobrecer a unidade entre os sacramentos da iniciação cristã. O rito quer expressar o desenvolvimento do candidato em toda a integralidade da vida cristã: crescimento na fé crida, celebrada, vivida e orada, fazendo-o, de maneira progressiva, tanto em sua vida pessoal como na vida comunitária da família de Deus, a qual também se renova e se fortalece ao recebê-lo.

Por fim, cabe recordar que o Documento de Aparecida dá grande destaque à catequese de inspiração catecumenal, quando afirma em seu número 294:

Assumir esta iniciação cristã exige não só uma renovação de modalidade catequética da paróquia. Propomos que o processo catequético de formação adotado pela Igreja para a iniciação cristã seja assumido em todo o continente como a maneira ordinária e indispensável de introdução na vida cristã e como a catequese básica e fundamental. Depois, virá a catequese permanente que continua o processo de amadurecimento da fé […].

Referências bibliográficas

AHUMADA, Enrique García. Aporte catequético del 3º Congreso Internacional del Catecumenado. Santiago: Universidad Finis Terrae, 2017.

ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO. Diretório arquidiocesano da iniciação cristã. Ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Nossa Senhora da Paz, 2010.

CATECISMO da Igreja Católica. São Paulo: Loyola, 2000.

CELAM. Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral
do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Brasília, DF: CNBB; São Paulo: Paulus/Paulinas, 2007.

CNBB. Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários. 2. ed. Brasília, DF: CNBB, 2017. (Documentos da CNBB, 107).

CÓDIGO de Direito Canônico. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2005.

CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II. Compêndio do Vaticano II. 17. ed. Petrópolis: Vozes, 1984.

______. Documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II. São Paulo: Paulus, 1997.

______. Decreto Ad Gentes sobre a atividade missionária da Igreja. 29. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.

______. Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a sagrada liturgia. Petrópolis: Vozes, 1966.

REVISTA DE CATEQUESE. São Paulo: Centro Universitário Salesiano de São Paulo, n. 150, 2017.

SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. Ritual da iniciação cristã de adultos. São Paulo: Paulinas, 2003.

Lucia Imaculada

Irmã Lucia Imaculada, cnsb, é religiosa da Congregação de Nossa Senhora de Belém. Assistente social e pedagoga, especialista em Ensino Religioso. Membro da Comissão Arquidiocesana da Iniciação à Vida Cristã da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Membro da Sociedade Brasileira de Catequetas, professora no Instituto Superior de Teologia, Instituto Superior de Ciências Religiosas, Escola Diaconal Santo Efrém e Escola de Fé e Catequese Mater Ecclesiae, na Arquidiocese do Rio de Janeiro. E-mail: ili.cnsb@gmail.com