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Publicado em Janeiro - Fevereiro

A condição das mulheres na crise da civilização: possíveis respostas de uma pedagogia francisclariana

Por Marcus Vinicius de Souza Nunes, ofmCap

Introdução

O Brasil sofre com a brutalidade e a barbárie. As mulheres e os homens de bem se veem na triste situação de ter de dar conta de crimes que, transcendendo o nível particular de agressão a uma pessoa, alcançam o nível de verdadeira agressão à humanidade. Como explicar o estupro de uma menina de 16 anos por um grupo de mais de 30 homens (VÍTIMA…, 2016)? A mera menção do crime revolta aqueles dotados de senso de justiça e compaixão. Como encarar esse fato, infelizmente um entre tantos, sem simplesmente demonizar os culpados e, assim, rechaçando-os, crer que tão hediondo crime não corresponde à crise que vivemos, mas constitui somente uma exceção que deve ser legada à esfera do absurdo? Não basta declará-lo absurdo e abandonar a questão. Faz-se necessário enfrentá-la.

O âmbito da resposta não pode ficar restrito aos necessários dispositivos jurídicos. Não estamos tratando apenas de um fato criminal isolado. Ao contrário, dados divulgados pelo Portal Brasil (DOIS…, 2017) indicam que dois em cada três brasileiros já presenciaram atos de violência contra a mulher. Estamos falando de uma profunda crise da civilização ocidental (MURARO; BOFF, 2002) que tem seu ponto extremo na relação entre os gêneros e nos casos brutais de violência contra a mulher em suas variadas formas. Uma crise em que o “macho”, durante séculos inquestionado em seu papel, precisa ser repensado e reconfigurado. Uma crise que faz a barbárie corriqueira.

Onde há morte e demanda pela vida, nós, cristãos, somos convocados a dar uma resposta evangélica. Uma vez que o paradigma histórico-social em crise é também formado pelo cristianismo histórico ocidental, temos responsabilidade não apenas pela crise, mas maior responsabilidade pelos meios de transformação do paradigma mediante a vida evangélica. Somos responsáveis pela mudança, somos os semeadores da metanoia.

O que propomos neste texto é delinear, o mais lúcida e claramente possível, uma (entre tantas) resposta evangélica à barbárie, resposta que passa pelo enfrentamento pacífico e testemunhal (querigmático e martirial) da crise do paradigma civilizacional, tal como se apresenta nas questões de gênero, especialmente no caso-limite da violência contra a mulher. O que apresentaremos é uma proposta bem determinada: cinco princípios de pedagogia espiritual que podem auxiliar-nos na acolhida das atuais questões de gênero – sobretudo no que tange à mulher e à sua condição – em nossa ação testemunhal na pastoral. Ainda que seja universalmente pensado, o artigo dirige-se, de maneira particular, aos agentes de pastoral homens, pelo simples motivo de que nós, homens, devemos fazer um esforço para que nossa prática pastoral e nossa visão da condição da mulher não fiquem presas a um paradigma de civilização em crise e caduco, mas se transformem, vinculando-se a um paradigma plural e acolhedor. Tais princípios apresentaremos à luz de santa Clara de Assis e são Francisco de Assis, o homem que queria que seus frades fossem como mães uns para os outros (Regra para os Eremitérios, 1-2).

  1. A crise e o cristianismo

Comecemos fazendo um exercício de honestidade. Não obstante os grandes avanços do século XX, iniciamos o século XXI sem suficiente e verdadeiro espaço de autodeterminação para as mulheres. E isso em todos os âmbitos da vida humana, incluindo o dia a dia de nossa prática pastoral. Não pretendemos entrar aqui em questões controversas, como seria aquela do sacerdócio feminino ou da presença das mulheres nos altíssimos âmbitos de decisão da Igreja hierárquica. Tratemos da mais “simples” questão da capacidade de ser uma presença testemunhal e pastoral da acolhida e da escuta das mulheres em sua inteireza. Essa inteireza envolve, por exemplo, as novas linguagens nascentes. Não apenas novos meios, novas mídias, códigos renovados. Esses mesmos códigos têm sido a linguagem que as jovens mulheres têm usado para mostrar ao mundo quão aptas e dispostas se sentem a assumir a luta por seus direitos de maneira ordinariamente pacífica, mas, se necessário, até no confronto direto com as forças de coerção, como a polícia. É assim que vemos jovens brasileiras em inúmeros blogs e perfis na internet falando livremente das mais diversas questões, desde maquiagem ao hediondo crime do estupro, das tendências musicais aos preconceitos sofridos, até a presença predominantemente feminina e jovem nas ações políticas, como na greve de estudantes secundaristas ocorrida em São Paulo em 2015. As diversas mídias já divulgam o fato que temos percebido: lidamos com uma geração em que o cosmopolitismo é o habitual e a transparência, a palavra de ordem. Somos convidados por tais fatos a pensar “uma antropologia que seja capaz de ultrapassar a experiência do ‘homem’ como experiência normativa para todo comportamento humano” (GEBARA; BINGEMER, 1987, p. 22).

O exemplo mais claro de que nosso esforço testemunhal é necessário e temos de caminhar rumo a ele são os alarmantes números da violência. Uma menina de 16 anos violentada por mais de 30 “machos” fortemente armados – que divulgaram o fato na internet, orgulhando-se do ocorrido – poderia ser apenas um caso isolado, ainda que brutal. Contudo, para indicarmos o tamanho do problema, somente no município de Joinville, em Santa Catarina, com pouco mais de 500 mil habitantes, em uma região altamente desenvolvida do país, registra-se a ocorrência de um estupro a cada três dias (SAAVEDRA, 2016). E esses são apenas os casos oficiais, relatados à polícia e investigados. Ou poderíamos mencionar ainda Curitiba, no Paraná, onde, apenas de janeiro a fevereiro de 2017, foram registrados mais de mil boletins de ocorrência de casos de agressão contra a mulher (CURITIBA…, 2017).

Como cristãos, devemos seriamente nos perguntar: “O que posso fazer à luz do evangelho?”. O cristianismo é religião de conversão. Não de uma conversão sociológica, de mudança de grupo de pertença. A conversão que é a base de nossa fé constitui um percurso espiritual, uma transformação constante de nossa pessoa até que nos tornemos, pouco a pouco, mais parecidos com Jesus, que se deixou comover pela mulher que, humilhada pelo mundo, lhe pediu a cura (Mt 9,18-26); de Jesus, o amigo de Marta e Maria (Lc 10,38-42); de Jesus, que escolheu Maria de Magdala para ser a primeira testemunha da ressurreição (Jo 20,1-18).

“Repensar” e “conversão” são coisas que andam sempre juntas. Conversão, em chave neotestamentária, é metanoia, ir além do estado presente de consciência, mudança de mente. E é nessa perspectiva de mudança de consciência que devemos agir, tornando-nos aptos a acolher os novos sistemas simbólicos que estão sendo gerados pelas mulheres em suas situações concretas. Para isso, é importante deixar de sacralizar as categorias pastorais historicamente produzidas pelo homem na perspectiva do “macho” e, serena e seriamente, repensar o paradigma patriarcal (EVDOKIMOV, 1986). Isso implica desenvolver um trabalho pastoral em que as experiências do ser homem e do ser mulher sejam elaboradas em conjunto, num discurso cocriado, em uma prática coparticipativa. Temos de reconhecer que “estamos hoje verdadeiramente num ponto de mutação da humanidade em que o masculino e o feminino tomam um outro sentido” (MURARO; BOFF, 2002, p. 122). Um sentido que produz vida é a única maneira de enfrentar a desrazão que produz morte.

  1. Propostas de Francisco e Clara

Passemos àquilo que compreendemos ser uma proposta francisclariana, dotada de vitalidade para lançar fermento à massa, a fim de que, por nossa presença e pela conversão de nós mesmos, possamos apresentar sementes de esperança evangélica ao mundo, que se deixa tragar pelo turbilhão da violência, da humilhação e do descaso. Seguem-se então o que chamaremos princípios pedagógicos de inspiração francisclariana.

1º Princípio: promover uma pastoral que acolha a mulher integralmente, como sujeito psicobiológico-sexual e histórico-social-espiritual. Pastoral e espiritualidade não deveriam ser apenas temas “espirituais”, se se entende este “espiritual” de maneira abstrata, desencarnada, como apenas um âmbito entre outros. A mulher (tal qual o “macho”) é uma unidade de dimensões que não podem ser desvinculadas umas das outras sem redundante prejuízo. Muitas vezes o agente de pastoral corre o risco de se tornar apenas “pastor de almas”, mas as mulheres não são almas. Não podemos desligar a identidade de gênero, a sexualidade, a história psíquica e familiar das mulheres que encontramos na pastoral e querer tratar apenas de sua vida espiritual.

Francisco, na I Admoestação, faz a seguinte afirmação: “Eis que diariamente ele [Jesus] se humilha, como quando veio do trono real ao útero da Virgem” (Admoestações, ff, p. 96). Há que entender bem o sentido dessa afirmação. Numa época em que as inúmeras heresias pessimistas em relação ao corpo atacavam a noção de bondade intrínseca da criação material – como os cátaros, que afirmavam que tudo o que é material é demoníaco –, não era raro encontrar uma concepção errada e pejorativa sobre a mulher, uma compreensão baseada no conceito da mulher como ente meramente biológico e destinado a ser exclusivamente instrumento de reprodução. Nessas heresias, a união carnal e sexual em si era considerada pecaminosa, e tal noção em nada contribuía para a formação de um conceito positivo sobre as mulheres. Francisco, fiel à mais radical tradição evangélica da Igreja, falando da encarnação de Jesus, usa uma linguagem extremamente realista, que, além de enaltecer a grandeza de tal acontecimento, dignifica e louva, como um poeta, a beleza da sexualidade de quem o acolhe.

“No útero da Virgem”, ou seja, no símbolo arquetípico do seu ser integralmente mulher, em sua feminilidade. Aqui vale um princípio básico da teologia: o que não é assumido não é redimido. Jesus assume o útero, assume a feminilidade. São as mulheres inteiras e redimidas que encontramos. Temos de perder o temor histórico da sexualidade feminina, temor que é também admiração assustada diante do mistério uterino, do mistério da vida (MURARO; BOFF, 2002). Por conseguinte, não podemos dar curso a uma pastoral que mutila, que desconsidera, que despreza ou minimiza as expressões diversas da sexualidade feminina.

2º Princípio: cultivar uma pastoral que testemunhe a necessidade de assumir a responsabilidade. Temos de assumir que somos corresponsáveis pela cultura machista. A frase que as jovens manifestantes repetem em todo o Brasil, em protesto contra os casos de estupro – “a culpa não é dela” –, deve também ser assumida por nós. Culpabilizar, como acontece, uma mulher pelo estupro sofrido, porque estaria com determinada roupa ou teria tido uma conduta sexual “provocante”, é expressão acabada da violência do machismo. Expressão que podemos e devemos denunciar nos meios pastorais, como parte do processo metanoico.

A visão de Francisco não aceita essas espúrias culpabilizações. Pode até parecer-nos que a sua visão seja um tanto limitada. Mas, se acondicionarmos o dito no seu tempo, extrairmos o seu cerne e o aplicarmos hoje, perceberemos a grandeza do princípio: “Todos os irmãos, onde quer que estejam ou aonde quer que vão, cuidem-se do mau olhar e da frequentação das mulheres” (Regra não bulada, ff, p. 174). Nada de pejorativo é atribuído à mulher na visão de Francisco. São os frades que devem cuidar de seus olhares, ou seja, de sua conduta em relação às mulheres, para não objetificá-las.

No que se refere à objetificação, um caso ocorrido no ano de 2016 é ilustrativo. Meninas de um colégio particular de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que haviam recebido a recomendação de não usarem shorts nas dependências do colégio, fizeram protestos com o seguinte slogan: “Vestida ou pelada, quero ser respeitada” (KOSACHENCO, 2016). Ainda que o dito possa parecer agressivo, mais agressiva é a cultura que lança sobre a mulher a culpa pela objetificação do seu corpo ainda em tenra idade. Como agentes de pastoral, devemos colaborar na criação de uma consciência metanoica que reconheça que “a culpa não é delas”, mas de um paradigma de sociedade que definha entre a violência e os produtos erotizantes do consumo.

3º Princípio: estar dispostos a acolher a discussão da questão de gênero como um todo. Isso significa que devemos desenvolver a capacidade de acolher toda a produção de discurso feita pelas mulheres a respeito da própria condição. Significa que fomentaremos uma cultura do respeito e do diálogo. Significa nos dispormos a dialogar honestamente com os novos discursos produzidos pelos novos sujeitos sociais.

Aqui, Clara de Assis é o grande modelo. Primeiro porque rompeu as barreiras da redução sexual infligida às mulheres: ou objeto de prazer, ou meio de procriação, ou virgem sem plena realização pessoal. Essas foram as opções que as mulheres tiveram por muito tempo. Clara, com sua mística de entrega a Jesus esposo, rompe com as determinações meramente biológicas e sexuais às quais se viu por muito tempo atrelada a virgindade consagrada, que deixa de ser encarada como renúncia para ser realização integral. Para Clara, quanto mais entrega, mais ela se realiza como cristã e como mulher (1ª carta a Inês, ff, p. 1.703). O biologismo da condição da mulher, paralelo ao espiritualismo abstrato, imposto pelo modelo patriarcal, foi rompido por Clara quando chegou à compreensão de sua situação e fez decidida opção que rompia com o determinismo. Só assim Clara se tornou apta para, em segundo lugar, romper com as estruturas sociais que produziam a opressão. Sem chegar à dissidência, ela negou a oferta de propriedades feita pelo papa Gregório IX e instou-o a consentir que ela pudesse permanecer no “privilégio de pobreza” que escolhera para si. Assim, transcendendo os modelos que lhe eram propostos, mostra que em toda época há tempo para a mulher lutar por sua condição.

4º Princípio: reconheçamos que o principal agente de autodeterminação da mulher é a mulher mesma. Parece redundante obviedade, mas não é. Podemos correr o risco de querer ser os autores da autonomia alheia. Temos de nos preparar para acolher as expressões dessa autodeterminação, sem nos fecharmos ao discurso feito pelos sujeitos interessados em sua própria autonomia. Como, por exemplo, lidamos com discursos como o das já mencionadas meninas de um colégio particular de Porto Alegre, as quais lutam conscientemente contra a sua condição de jovens precocemente erotizadas que têm de se submeter a um padrão de comportamento que não “provoque” a atenção masculina? Como incorporar na prática pastoral discursos como o delas, que se dizem feministas e pregam a sororidade, para escapar ao que consideram fraternidade patriarcal?

Novamente uma resposta de Clara. As suas cartas a Inês de Praga, nobre que abandonou sua condição para ingressar na ordem fundada por Clara, estão cheias da expressão de uma mulher que chegou ao cume da realização pessoal. Nelas se exprime uma espiritualidade que foge às categorias antropológicas centradas na experiência do “macho”. Por exemplo, na 4ª Carta consegue unir, em uma única metáfora nupcial, a condição sexual, a identidade de gênero e a realização da vocação cristã.

Arrasta-me atrás de ti! Corramos no odor dos bálsamos, ó esposo celeste! Vou correr sem desfalecer, até me introduzires na tua adega, até que tua esquerda esteja sob a minha cabeça, tua direita me abrace toda feliz, e me dês o beijo mais feliz de tua boca (4ª Carta a Inês de Praga, ff, p. 1.711).

Se formos capazes de uma nova antropologia, centrada na experiência da mulher, poderemos acolher as novas metáforas que descrevem as novas realidades da vida das mulheres.

5º Princípio: abrir-se cordialmente às necessidades das mulheres concretas. A “mulher” ou o “feminino” são conceitos que nos podem levar, se descuidamos, à ontologização e abstração do problema. Na pastoral não trabalhamos com “a mulher”, e sim com mulheres concretas, em suas lutas, alegrias e necessidades. São mulheres concretas e singulares que atuam na pastoral e se fazem ouvir, mulheres singulares cujo discurso e autocompreensão acolhemos como a palavra mais acertada sobre a condição de ser mulher. Esquecer isso é cair na abstração, é deixar de atentar que, como cristãos, somos chamados a ajudar os humanos nos seus problemas concretos na caminhada para o Reino definitivo.

A cordialidade e a atenção primária às necessidades básicas são características que os francisclarianos herdam de Francisco de Assis. A nobreza e a cordialidade do trovador com a perspicácia e o senso prático do comerciante geraram nele a disponibilidade atenciosa, a diligência carinhosa e o cuidado amoroso. Assim Francisco, “com essa fina percepção, sentia o laço da fraternidade, e da sororidade que nos une a todos os seres” (BOFF, 1999, p. 69). A cordialidade atenta às necessidades é chave elementar para oferecermos uma alternativa que represente uma metanoia, uma mudança para esta civilização, tal qual Francisco, que “é verdadeiramente alternativo por seu radical modo de ser-cuidado com respeito, veneração, fraternura para com todas as coisas” (BOFF, 1999, p. 169).

Conclusão

Alguém poderá objetar que falta, de nossa parte, a apresentação de elementos práticos para levar a cabo as ideias aqui desenvolvidas. Reconhecemos a limitação, sem deixar de ressaltar que nosso intuito, ao apresentar os princípios citados, foi provocar a revisão da metanoia que cada agente de pastoral vive ao abandonar as estruturas de opressão. Mas estamos certos de que a crise atual – que já não beira a barbárie, senão a propõe diariamente – exige de cada cristão fidelidade criativa ao chamado evangélico à conversão e que, portanto, somos responsáveis por procurar uma renovação constante dos modos de nossa ação por meio de princípios norteadores que nos possam melhor conduzir à vida evangélica.

Em Francisco e Clara temos um excelente modelo de como viver esse processo. Duas pessoas que se complementaram, não nos papéis que a sociedade lhes poderia oferecer, mas na certeza de que o esforço irmanado pela mudança sempre chega a algum lugar. Eles são o grito da utopia evangélica entre nós, a utopia que produz, a utopia do Reino que queremos alcançar.

Bibliografia

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EVDOKIMOV, Paul. A mulher e a salvação do mundo. Tradução de Maria Cecília Duprat. São Paulo: Paulinas, 1986.

GEBARA, Ivone; BINGEMER, Maria Clara L. Maria, mãe de Deus e mãe dos pobres: um ensaio a partir da mulher e da América Latina. Petrópolis: Vozes, 1987.

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MURARO, Rose Marie; BOFF, Leonardo. Feminino e masculino: uma nova consciência para o encontro das diferenças. Rio de Janeiro: Sextante, 2002.

SAAVEDRA, Jefferson. Estupros em Joinville. A Notícia, Joinville, p. 3, 28 maio 2016.

TEIXEIRA, Celso Márcio (Coord.). Fontes franciscanas e clarianas. Apresentação de Sérgio Dal Moro. Petrópolis: Vozes, 2004.

VÍTIMA de estupro coletivo no Rio conta que acordou dopada e nua. Portal G1, 26 maio 2016. Disponível em: <http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/05/vitima-de-estupro-coletivo-no-rio-conta-que-acordou-dopada-e-nua.html>. Acesso em: 17 jul. 2017.

Marcus Vinicius de Souza Nunes, ofmCap

Frei Marcus Vinicius de Souza Nunes, ofmCap, pertence à Província do Paraná e Santa Catarina dos Frades Capuchinhos. É mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente se dedica ao atendimento pastoral na Paróquia Nossa Senhora da Luz, em Curitiba (PR). E-mail: mvinicius.snunes@gmail.com